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Aprendendo sem parar...

Depois de uma semana em Faxinal do Céu no Simpósio de Matemática e dois dias em Foz no evento de Mídias Integradas, estou de volta...e agora acordada (diferente do que estava hj de madrugada (6h da matina) na postagem anterior, hehehe...) Pelo que percebi nos estudos de hoje, a aprendizagem é o foco de todos os PROAs e já percebi em muitos blogs que PROA já assumiu o papel de verbo da primeira conjunção - proar. Pois então, parafraseando muitos dos meus colegas hoje proei e proei como nunca! Li todos os fóruns dos PROAs, bem como, os textos referentes aos sentidos (visão e audição) material rico e interessantíssimo, e mais uma leitura nos textos de Bea, Iris e CIA, para ver se com/por estas releituras, consigo focar mais minhas discussões nos assuntos, ponto este que tenho que melhorar conforme a avaliação mensal. Quanto ao trabalho do grupo estive pensando em um layout mais clean e dinâmico para apresentarmos nossa pesquisa, mas vou discutindo com as meninas e arrumadin com o tempo. ...

Vermelho=Medo

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A questão dos itens vermelhos na avaliação realmente me assustou pela cor e pelos comentários que tenho ouvido quanto até um certo desânimo provocado pelos resultados. Copio aqui a resposta que a Prof. Luciane Sato deu no post anterior: " ...PA não significa não avaliar, mas avaliar diferente, a partir do contexto, processo do aprendiz. É nesse sentido que, neste curso, estamos tentando avaliar o processo de cada um, não para "dar nota", mas para ajudá-los nessa tomada de consciência do próprio processo de aprendizagem. " Se é para avaliar diferente, por que a ênfase no vermelho? Poderia ser por rostinhos (felizes ou tristes) quem sabe em comentários em cada blog, é acho que esta seria uma boa saída, ao invés de estar revelando todos os resultados a todos do grupo, poderiam ser feitos comments nos blogs, ou quem sabe encaminhado as considerações dos Profs. e tutores apenas para o e-mail do cursista, quem sabe seria menos "constrangedor" sei lá. Sabe eu fi...

Que tal escrevermos colaborativamente?

Hoje encaminhei um email para o a turma, no intuito de oportunizar a escrita colaborativa da tradução que temos que fazer, encaminhei o seguinte texto: Boa tarde a todos! Se desejarem reestruturar o texto colaborativamente, podemos utilizar um espaço Wiki que já havia criado para ir organizando minhas idéias. http://ufpr.pbwiki.com É bem simples de usar, basta clicar em log in do lado direito e acima, se logar com a seguinte senha: ******** depois clica em => Texto 01 => edit page altera e incluiu o que julgar necessário e clica em Save . Pronto. A utilização desta ferramenta só não permite a escrita de forma síncrona, ok?(podem aparecer mensagens dizendo que não poderá salvar, mas isso só ocorrerá se duas pessoas tiverem logadas ao mesmo tempo). E depois das alterações e contribuições necessárias, clica em log out do lado direito acima, para que outros também possam colaborar.blz? Esta é minha sugestão! Até mais! Gílian Cris Iria ser legal se escrevéssemos todos lá, pois ...

Aula 02: Ludwig Wittgenstein (Atividade 02)

A verdade dos pensamentos aqui comunicados parece-me intocável e definitiva. Acredito ter encontrado, no essencial, a solução para os problemas da filosofia. Se não me engano quanto a isso, o valor deste trabalho consiste, em segundo lugar, em mostrar como importa pouco resolver esses problemas. Wittgenstein cursou engenharia mecânica, engenharia aeronáutica e matemática, foi soldado na Primeira Guerra mundial do Exército Austríaco vindo a publicar em 1922 o Tratado Lógico-Filosófico e segunda fase desenvolve nova linguagem por meio das Investigações Filosóficas. O período que corresponde ao Tratado Lógico-Filosófico determina a primeira fase da Filosofia de Wittgenstein que exerceu grande influência no neopositivismo e no Círculo de Viena a que nunca pertenceu. WIKIPÉDIA (2006). Wittgenstein I afirma que: “O significado de uma palavra é dado pelo uso da linguagem.” A linguagem e os seus limites é o tema central do Tratado Lógico-Filosófico – a linguagem tem a função de descrever a rea...

Aula 02: Inspirados pela epígrafe?(Atividade 01)

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Inspirados pela epígrafe? Gilian Cristina Barros Os índices da impostura e a estupidez fazem-se ver, entender, tocar ao longo da vida. Alguns espaços onde a vista pode pôr-se desavergonhadamente escapam a este nada. Estes espaços de idéias se fazem com objetos e se assemelham aos quadros de René Magritte. Um homem com asas, olhando o mundo ao seu redor tendo um calmo leão a suas costas. Este foi o primeiro texto imagético que me veio à mente, ao versar sobre a epígrafe. A idéia de pertencer ao mundo e dele fazer parte, ora como ser humano total, completo, se isso for possível, ora como ser humano completado por: objetos, animais, natureza, pessoas, astros, árvores, montanhas, etc., influenciando e deixando se influenciar pelas características e funções de cada uma destas “coisas” é o que envolve as obras de René Magritte. Homens que caem como chuva, mulheres que se completam ao toque do pintor, homens meio anjos, meio tontos que não percebem os leões...

História e Filosofia da Matemática nos Livros Didáticos

Mais relatos da semana (21 à 25/08) - II Simpósio de Matemática em Faxinal do Céu Na oficina de Filosofia e História da/na Educação Matemática - Prof. Vicente Garnica, além dos encaminhamentos quanto a resolução de situações apoiadas na resolução de problemas que contemplavam (alguns problemas contemplavam) a construção de conceitos matemáticos, percebi pela primeira vez a possibilidade de Análise da História da Matemática, por meio, de conceitos presentes em livros didáticos. A análise que fizemos foi referente ao conceito de ângulo apresentado em livros didáticos de períodos distintos, além de percebermos pela forma de conceituação a que períodos cada conceito apresentado se referia, tornou-se claro, pelo menos pra mim (fato que não ocorreu com muitos professores presentes na turma), que dependendo do enfoque, necessidade e de acordos que se estabeleçam com os alunos os conceitos podem variar e tender ao que for definido pelo grupo. Escolhas de conceitos matemáticos advindas das nec...

Simpósio de Matemática: Monstros e anti-heróis...

Esta foi A SEMANA! Realmente aprendi muito. Pensei em postar as questões do Simpósio no meu blog q fala de tudo um pouco , mas pensei bem e aqui é o local mais adequado, pois aprendi mais sobre Educação Matemática para aplicar enquanto pesquisadora do que enquanto educadora (embora isso ainda seja uma coisa só em mim). Bem, vamos aos monstros e anti-heróis. Não sei se já aconteceu com você, mas comigo esta semana foi constante, descobrir e compreender o que o autor de um determinado texto pretendia dizer realmente depois de algum tempo. Isso aconteceu com a leitura que havia feito de Rômulo Lins, pensava ter compreendido a questão dos monstros monstruosos apresentados enquanto empecilhos, ora necessários, ora conflitantes para se chegar a Educação Matemática como barreiras criadas e destruídas a favor de nosso (enquanto professores de matemática) desejo consciente ou não. É, pensava eu ter compreendido, mas que surpresa tive, ao participar da oficina do Rômulo sobre Resolução de Probl...